Claro que não. Pergunta mais cretina. Se fosse ficar me olhando, como é que ia jogar o jogo? Duhh. Gente esperta tascou uma câmera em cima da tv e filmou a cara de babaca de um monte de crianças jogando video-game. Atente para a boca nervosa de praticamente todo mundo. Tenha medo da menina loirinha que aparece pela primeira vez por volta de 1:00 Emoção, oi? Nada. Nada. Os olhos... nada. Nem se mexe. Por favor me digam o jogo que ela jogou para eu não jogar nunca para não morrer de tédio. (Olha quanta repetição da palavra jogo e do verbo jogar. Que coisa mais chata).
E para mostrar que meus amigos fazem caras tão assustadoras quanto as das crianças, vou expô-los de maneira jamais vista antes na história desse blog.
Calma minha gente, é só o nome do post. (com voz de Tati Quebra-barraco cantando Fogão Dako)
Então... Hoje é meu dia de contribuição no blog e, como a divagadora obtusa que sou, viajarei na maionese no dia de hoje falando sobre... Palavrões.
Sim, porque todos nós somos crianças de família e respeito, com bons modos, educação conseguida no colégio dos Ursinhos Carinhosos em Sorbounne, na França. E, como tal, vivemos mandando as pessoas pra casa do caralho.
O fato é que não é preciso ser um caminhoneiro de beira de estrada (nada contra os caminhoneiros, acho ótimo) para exercer a sua liberdade de expressão e soltar um belo vá tomar no cu, mesmo que de forma carinhosa. E sim, existe a forma carinhosa.
Uma coisa curiosa que me disseram uma vez é que aqui no Ceará é o único lugar onde você pode usar a mesma frase tanto querendo ofender mortalmente, quanto elogiar copiosamente, vejamos o exemplo de frase que me deram:
O manobrista bateu seu carro, você: "Ah, seu escroto filha de uma rapariga manca"
Seu melhor amigo passou em Medicina. Na USP: "Ah, seu escroto filha de uma rapariga manca"
Deu pra entender?! Pois é.
O fato é que, de certa maneira, palavrão é bom. Relaxa, desestressa. Dá aquela desopilada que só um bom soco faria igual. Mas vivemos numa sociedade civilizada e somos gente de bem. Logo, é só mandar ir pra putaquepariu e tá tudo certo.
Há uma teoria de que, quanto mais o palavrão, mais ele relaxa. Isso também é válido para o volume e a intensidade da raiva com que ele é dito.
Dá é mais raiva, isso sim. Por isso, eu sou a favor de xingar no trânsito, em casa, dentro da água (piscinas, banheiras), no travesseiro ou na cara de quem se quer xingar. Don't get me wrong, não é xingar por xingar. É pra desestressar. Terapia, minha gente, terapia.
Enfim, divaguei demais e todo esse post era pra mostrar esse vídeo logo abaixo que explica de forma muito mais engraçada tudo o que eu falei aqui, com exemplos melhores. O NNF é uma dupla que faz Zorra Total e que, estranhamente, tem muita graça e muito talento. Assistam mais vídeos no Youtube deles e também se perguntem que porra eles tão fazendo naquele programa uó.
Seguinte. Aqui não tem frescura não, certo, manow. Então, doido, se tiver a fim de participar, tem que pedir pra entrar porque nada na vida vem de graça. Pede pra entrar, 02, pede pra entrar!